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Tratamento da ansiedade com psicanálise: como a psicanálise trata a ansiedade?

A psicanálise é uma abordagem terapêutica com muitos benefícios que se destaca no tratamento de transtornos psicológicos, incluindo a ansiedade.

De acordo com a OMS, em 2017, os transtornos de ansiedade ocupavam o primeiro lugar de diagnósticos no Brasil. Essa estatística alarmante revela que a ansiedade não se manifesta apenas como um estado emocional passageiro, mas assume a forma de um sofrimento real e cada vez mais prevalente na sociedade.

Diante dessa realidade, surge a necessidade de uma compreensão profunda dos fenômenos contemporâneos de sofrimento, buscando o entendimento de como a psicanálise pode oferecer abordagens eficazes para lidar com a ansiedade.

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O que é ansiedade para psicanálise

A angústia, um afeto primordial do ser humano, assume novas formas na sociedade moderna, manifestando-se como o “transtorno de ansiedade”. Nesse contexto, a psicanálise oferece uma lente singular para examinar essa questão, buscando não apenas aliviar os sintomas, mas também desvendar as raízes do sofrimento psíquico.

Em meio ao discurso dominante da performance e ao ideal inalcançável de saúde, a ansiedade se torna um fantasma que assombra a vida de muitos. A busca por soluções rápidas e milagrosas, frequentemente impulsionada pela mídia e pela indústria farmacêutica, mascara a complexa natureza desse fenômeno.

Na prática clínica, a ansiedade assume um papel central, frequentemente trazida como queixa principal pelos pacientes. Ao iniciar o processo terapêutico, é comum que o paciente “ansioso” traga consigo essa bagagem cultural, desejando aliviar sua ansiedade de acordo com os padrões impostos pelo discurso médico. Aqui, a psicanálise se destaca como um espaço onde essas demandas podem ser acolhidas e trabalhadas de forma mais profunda.

A abordagem psicanalítica visa ir além da simples supressão dos sintomas, convidando o paciente a explorar suas emoções e conflitos internos. É um processo que demanda tempo, reflexão e um compromisso verdadeiro, mas que pode trazer resultados significativos no tratamento da ansiedade.

Ao acompanhar o paciente, o psicanalista busca desvendar as origens da ansiedade e suas diversas formas de expressão. Essa análise profunda, proveniente do manejo clínico psicanalítico, auxilia no entendimento das raízes do sofrimento emocional e no desenvolvimento de estratégias terapêuticas adequadas.

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O que causa a ansiedade?

A ansiedade é uma presença constante nas nossas vidas, mas nos últimos anos, sua intensificação tem sido notável. O avanço tecnológico e as mudanças rápidas do mundo moderno têm ampliado as exigências, expectativas e pressões sobre nós, tornando desafiador adaptar-se a esse novo panorama.

Vivemos na chamada Idade da Ansiedade, onde os altos e baixos emocionais são frequentes. Em diferentes momentos da vida, enfrentamos níveis variados de ansiedade, seja antes de um teste importante, um encontro marcante ou uma entrevista de emprego.

Essa ansiedade, em doses moderadas, é uma resposta fisiológica normal e até mesmo benéfica, impulsionando-nos a nos prepararmos para desafios e enfrentamentos. Ela mobiliza nossos recursos físicos e mentais, nos preparando para reagir diante de ameaças percebidas, agindo como um sinal de alerta, um aviso de perigo, para possíveis situações iminentes.

No entanto, quando a ansiedade ultrapassa os limites, tornando-se desproporcional à situação ou ameaça, ela pode se tornar patológica. A preocupação desproporcional e a inquietação constante tomam o lugar da motivação, tornando-se um fardo que interfere em todas as áreas da vida: trabalho, relacionamentos, saúde física e mental.

Assim, a psicanálise trata a ansiedade, ajudando as pessoas a compreenderem suas origens e ofertando o melhor tratamento para que os sintomas parem de te causar sofrimento.

O que leva uma pessoa a ter ansiedade?

A ansiedade é um fenômeno complexo, influenciado por uma teia de fatores interconectados. Não é o resultado de uma única causa, mas sim de uma interação multifacetada de elementos que variam de pessoa para pessoa. Entre os diversos fatores que podem desencadear a ansiedade, destacam-se:

  • Estresse: Pressões no trabalho, na escola ou em casa podem causar ansiedade.
  • Eventos Traumáticos: Traumas passados ou eventos traumáticos recentes podem desencadear ansiedade.
  • Problemas de Saúde: Doenças físicas ou outros transtornos de saúde mental podem contribuir para a ansiedade.
  • Cobranças Sociais: Expectativas de amigos, familiares ou sociedade em geral podem ser fonte de ansiedade.
  • Pressões Financeiras: Problemas financeiros, como dívidas ou dificuldades econômicas, podem causar ansiedade.
  • Mudanças Significativas: Mudanças na vida, como mudança de emprego, mudança de casa, divórcio, ou perda de um ente querido, podem ser desencadeadores de ansiedade.
  • Incerteza: Situações onde o resultado é desconhecido ou imprevisível podem aumentar a ansiedade.
  • Preocupações Futuras: Antecipar eventos futuros, como apresentações, exames, entrevistas de emprego, etc., pode causar ansiedade.
  • Uso de Drogas ou Álcool: O uso de substâncias pode agravar ou desencadear ansiedade em algumas pessoas.
  • Fatores Ambientais: Estímulos externos como ruído, poluição, aglomerações, entre outros, podem desencadear ansiedade em algumas pessoas.
  • Problemas de Relacionamento: Conflitos interpessoais, problemas de comunicação ou falta de apoio emocional podem contribuir para a ansiedade.
  • Perfeccionismo: Se sentir pressionada a ter padrões muito altos ou a busca incessante pela perfeição pode gerar ansiedade.
  • Autoexigência: Ser muito duro consigo mesma ou ter autoestima baixa pode contribuir para a ansiedade.
  • Pânico do Controle: Sentir-se impotente diante de situações que estão além do seu controle pode aumentar a ansiedade.

Esses exemplos mostram como a ansiedade é complexa e única para cada pessoa. Entender essa complexidade é essencial para um tratamento eficaz. Neste sentido, a psicanálise é fundamental, pois proporciona um ambiente terapêutico onde as necessidades individuais são abordadas com cuidado, levando em consideração as questões pessoais e como elas se conectam com a história de vida de cada um.

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Quais são os sintomas de ansiedade?

Entender a expressão do sofrimento de uma pessoa diante de um quadro de ansiedade é uma tarefa complexa, pois o sofrimento vivenciado por cada indivíduo é único, mesmo que compartilhem reações semelhantes. No entanto, é possível identificar alguns sintomas comuns entre muitos pacientes, que podem servir como ponto de partida para compreender essa condição.

A ansiedade pode se manifestar de diversas formas, e cada pessoa pode experimentar uma combinação única de sintomas. Alguns dos sintomas frequentemente observados incluem:

  • Preocupação excessiva e persistente.
  • Sensação de nervosismo, agitação ou inquietação.
  • Dificuldade em relaxar.
  • Irritabilidade.
  • Dormência
  • Tensão muscular.
  • Dificuldade em concentrar-se.
  • Medo constante.
  • Sensação de cansaço fácil.
  • Problemas para dormir, como dificuldade em adormecer ou manter o sono.
  • Respiração rápida ou falta de ar.
  • Batimentos cardíacos rápidos ou acelerados.
  • Sudorese excessiva.
  • Tremores ou sensação de fraqueza.
  • Sensação de aperto no peito ou desconforto gastrointestinal.
  • Pensamentos catastróficos ou preocupação excessiva com o futuro.
  • Pensamentos intrusivos
  • Evitação

É importante lembrar que esses sintomas podem variar em intensidade e duração de pessoa para pessoa, e nem todas as pessoas com ansiedade experimentarão todos esses sintomas. Além disso, é fundamental buscar ajuda de um psicólogo(a) para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado através da terapia. O apoio emocional e a compreensão do ambiente social também desempenham um papel crucial no processo de recuperação.

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Por Psicóloga Lorena Sá

Quais são os tipos de transtornos de ansiedade?

Os transtornos de ansiedade são uma categoria clínica do saber diagnóstico psiquiátrico, que compreende as expressões de adoecimento emocional e mal-estar, majoritariamente, como transtornos mentais.

Para uma análise mais detalhada acerca dos transtornos de ansiedade, é pertinente enumerar as descrições das categorias destacadas dos transtornos de ansiedade, conforme delineadas pelo referencial técnico psiquiátrico, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais – Quinta Edição (DSM-5).

Lista dos Transtornos de Ansiedade de acordo com o DSM-V

Os transtornos de ansiedade englobam uma série de condições que apresentam características comuns, como o medo e a ansiedade exacerbados, acompanhados por alterações comportamentais significativas. O medo é uma resposta emocional diante de uma ameaça iminente, seja ela real ou percebida, enquanto a ansiedade se manifesta como a antecipação de uma ameaça futura.

Essas condições podem afetar significativamente a vida cotidiana das pessoas e, quando não tratadas adequadamente, podem ter um impacto negativo na qualidade de vida. Veja a lista completa de todos as classificações de acordo com o DSM -V:

  1. Transtorno de Ansiedade de Separação
  2. Mutismo Seletivo
  3. Fobia Específica
  4. Transtorno de Ansiedade Social (Fobia Social)
  5. Transtorno de Pânico
  6. Especificador de Ataque de Pânico
  7. Agorafobia
  8. Transtorno de Ansiedade Generalizada
  9. Transtorno de Ansiedade Induzido por Substância/Medicamento
  10. Transtorno de Ansiedade Devido a Outra Condição Médica
  11. Outro Transtorno de Ansiedade Especificado
  12. Transtorno de Ansiedade Não Especificado

Como a psicanálise trata a ansiedade

A ansiedade é um fenômeno complexo que se manifesta de diversas formas na vida das pessoas, muitas vezes sem uma clara compreensão do que a desencadeia. É comum que os pacientes relatem sentimentos de ansiedade sem conseguir identificar precisamente a causa desse desconforto emocional. Na psicanálise, compreendemos a ansiedade como um medo do desconhecido, um temor que muitas vezes não está ligado a uma ameaça imediata, mas sim à antecipação do perigo.

No tratamento psicanalítico da ansiedade que pode ser considerado diferente das outras abordagens psicológicas, buscamos compreender a subjetividade do paciente e sua relação com o mundo ao seu redor, levando em consideração sua cultura, contexto familiar, e outros aspectos que possam influenciar sua experiência emocional. Dessa forma, cada pessoa é vista como única, e o tratamento é direcionado para suas necessidades específicas.

O objetivo da psicanálise não é eliminar completamente a ansiedade, mas sim transformá-la em algo que possa ser compreendido e trabalhado pelo paciente. Através da fala e do vínculo terapêutico, buscamos redimensionar a relação do sujeito com seu próprio desejo, reduzindo a influência do ego, das imagens narcísicas e das demandas externas.

É importante ressaltar que, embora a psicanálise não busque a supressão total da ansiedade, ela oferece ferramentas para lidar de forma mais saudável com esse afeto. O objetivo final do tratamento psicanalítico é possibilitar que o paciente possa colocar para fora aquilo que ele é, e que outrora, causava ansiedade, transformando o sofrimento em pulsão de vida.

Em suma, a psicanálise oferece uma abordagem eficaz e profunda para o tratamento da ansiedade, visando não apenas a redução dos sintomas, mas também a eliminação do que causa o adoecimento psíquico e a transformação dos processos psíquicos envolvidos nesse fenômeno tão complexo e presente na vida de tantas pessoas.

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Leia também: Como a Psicanálise Trata o TDAH

O papel do psicanalista no tratamento dos transtornos de Ansiedade

O tratamento da ansiedade pelo viés psicanalítico implica em uma compreensão profunda das manifestações subjetivas do sofrimento, indo além da mera categorização diagnóstica para adentrar o campo das relações transferenciais e dos processos inconscientes. A ansiedade, enquanto fenômeno contemporâneo de expressão do mal-estar, encontra na relação entre analista e analisando um terreno fértil para sua investigação e transformação.

A transferência, conceito central na psicanálise, não se limita apenas à projeção de afetos amorosos em direção ao analista, mas revela um complexo jogo de desejos, expectativas e significantes. O analisando se dirige ao analista na busca por algo enigmático, um suposto saber que habita a figura do terapeuta. É nesse espaço de suposição que se estabelece a dinâmica da análise, onde o analista se torna o receptor das projeções e fantasias do paciente.

No entanto, o papel do analista não é o de encarnar esse enigma, mas sim o de permitir que o saber circule e se transforme. O analista se coloca como sujeito suposto saber, não para fornecer respostas prontas, mas para catalisar o processo de rememoração e deslocamento das repetições patológicas. A interpretação da transferência visa revelar as falsas conexões afetivas e simbólicas, abrindo espaço para o retorno do recalcado e a emergência do desejo inconsciente.

Nesse processo, o analista se depara com o desafio de lidar com sua própria contra-transferência, seu próprio desejo e suas próprias resistências. O silêncio do analista, longe de ser vazio, torna-se um veículo para a expressão da desconstrução das ilusões transferenciais do paciente. Ao fazer eco ao vazio e à ausência de significado absoluto, o analista confronta o paciente com a verdade do seu próprio desejo e a falta estrutural que o habita.

Assim, o papel do psicanalista no tratamento da ansiedade transcende a mera técnica interpretativa para adentrar o terreno da relação humana em sua complexidade mais profunda. É na abertura para o desconhecido, no acolhimento do vazio e na confrontação com o desejo que reside a verdadeira transformação terapêutica. O analista, ao ocupar o lugar do sujeito suposto saber, revela-se como um facilitador do processo de autoconhecimento e emancipação do paciente, conduzindo-o na jornada rumo à compreensão e aceitação de si mesma.

Conclusão: O Potencial Transformador da Psicanálise no Tratamento da Ansiedade

A psicanálise se revela como uma abordagem terapêutica de profundo potencial transformador no tratamento da ansiedade. Ao reconhecer que o sofrimento muitas vezes não é verbalizado, mas sim vivenciado como um mal-estar difuso e desvinculado da narrativa pessoal do sujeito, a psicanálise se coloca como uma ferramenta única na promoção do entendimento e da superação desse estado angustiante.

Através da escuta atenta e da análise da transferência, a psicanálise busca acessar os significantes que marcam a história do sujeito, permitindo assim a construção de uma narrativa que situe o mal-estar e identifique suas origens. Essa abordagem não apenas possibilita uma compreensão mais profunda do sofrimento do paciente, mas também oferece um espaço para a elaboração simbólica, fundamental para a superação da angústia.

Ao trabalhar com os significantes que compõem a história do sujeito, o analista propicia um retorno ao instante de ver, permitindo que o paciente reconheça os eventos que antecederam sua crise de ansiedade e compreenda melhor sua situação atual. Essa reflexão não apenas proporciona um alívio imediato da angústia, mas também contribui para a construção de estratégias de enfrentamento mais saudáveis e eficazes.

A metáfora lacaniana da fantasia como um quadro que tapa o buraco de uma janela aberta ressalta a importância da psicanálise em revelar o que está além desse quadro, permitindo que o sujeito enfrente suas angústias e construa novos significados para sua existência. Ao promover a elaboração simbólica e a reconstrução da narrativa pessoal, a psicanálise não apenas alivia o sofrimento do paciente, mas também o capacita a enfrentar os desafios futuros com maior coragem e compreensão de si mesma.

Em última análise, o potencial transformador da psicanálise no tratamento da ansiedade reside na sua capacidade de acessar os significantes subjacentes ao sofrimento do sujeito, promovendo assim uma verdadeira transformação na maneira como ele se relaciona consigo mesmo e com o mundo ao seu redor.

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Psicóloga Lorena SáPsicóloga

Lorena Sá, psicóloga clínica e fundadora do site tríplicepsicanalitico.com, destaca-se por sua atuação na área da psicologia, oferecendo informações e suporte por meio de seu trabalho clínico e plataforma online.

Referências:

Baviera, Lucas. Angústia e ansiedade: leituras psicanalíticas sobre as expressões contemporâneas de sofrimento – Dissertação (Mestrado – Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica) -Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo, 2022.

American Psychiatric Association. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais: DSM-5. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014

Gobbato, G. G. Transferência: amor ao saber. Ágora (Rio J.), 4(1), Universidade Tuiuti do Paraná, Paraná, Brazil. (2001)

RODRIGUES, Martina Schneider; MUÑOZ, Nuria Malajovich. Entre angústia e ato: desafios para o manejo da urgência subjetiva na clínica psicanalítica. Ágora (Rio J.), Rio de Janeiro, v. 23, n. 3, p. 515-529, set.-dez. 2020.

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