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Crise de Pânico

Crise de Pânico: Sintomas, Causas e Tratamento

Transtorno do Pânico

Crise de pânico é um transtorno de ansiedade que se caracteriza por episódios súbitos e intensos de medo ou desconforto físico.

Durante uma crise de pânico, uma pessoa pode experimentar sintomas como palpitações, sudorese, tremores, sensação de falta de ar, náusea e tontura.

Esses episódios podem durar de alguns minutos a algumas horas e podem ocorrer em qualquer lugar, a qualquer momento, sem aviso prévio.

A crise de Pânico é uma manifestação contemporânea de ansiedade. Em nossa perspectiva, essa condição clínica pode ser vista como uma versão moderna do quadro fóbico, que destaca de forma mais evidente a conexão entre a vulnerabilidade atual e a sensação de desamparo.

Embora uma crise de pânico possa ser assustadora e debilitante, é importante considerar que é uma condição tratável. Com o diagnóstico correto e o tratamento adequado, muitas pessoas conseguem controlar seus sintomas e levar uma vida saudável.

Neste artigo, vamos explorar o que é uma crise de pânico, como é tratado, como é viver com essa condição e se é possível preveni-la.

Crise de Pânico ou Ataque de Pânico:

  • Crise de pânico é um transtorno de ansiedade caracterizado por episódios súbitos e intensos de medo ou desconforto físico.
  • Com o diagnóstico correto e o tratamento adequado para a crise de pânico, muitas pessoas superam seus sintomas e levam uma vida saudável.
  • É possível tratar uma crise de pânico com terapia .

Entendendo a Crise de Pânico:  Definição de Crise de Pânico

A Crise de Pânico, também conhecida como Transtorno do Pânico, é um distúrbio psicológico que se caracteriza por ataques súbitos e recorrentes de medo intenso e inesperado, acompanhados por sintomas físicos e psicológicos intensos.

Essa crise de pânico ocorre a qualquer momento, algumas vezes durante o sono, e muitas vezes podem ser desencadeados por situações que uma pessoa associa a experiências traumáticas ou estressantes.

Embora muitos pacientes relacionem ter experimentado crise de pânico em resposta a fatores estressantes, há também muitos casos em que uma crise de pânico não parece ter sido desencadeada por quaisquer fatores identificáveis no momento do ataque.

Durante uma crise de pânico, as pessoas podem experimentar uma variedade de sintomas físicos e desenvolver um medo profundo de morrer, perder a sanidade ou perder o controle da situação.

Sintomas de Crise de Pânico

Quais são os sintomas de uma crise de pânico?

Os sintomas da Crise de Pânico podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem:

  • Palpitações, taquicardia ou batimentos cardíacos acelerados
  • Sudorese
  • Tremores ou abalos
  • Sensação de falta de ar ou sufocamento
  • Dor ou desconforto no peito
  • Náusea ou desconforto abdominal
  • Tontura ou sensação de desmaio
  • Ondas de calor ou calafrios
  • Formigamento ou dormência nas mãos ou nos pés
  • Medo de perder o controle ou de morrer

Pessoas que sentem crise de pânico frequentemente se preocupam com as implicações ou consequências dessas crises.

Após uma crise de pânico, é comum que se sintam desanimados, desencorajados, envergonhados, ansiosos, exaustos, infelizes e com dificuldades para realizar suas rotinas diárias.

Descrevemos a experiência como a pior sensação que já tivemos e dificuldades com a coleta de passar por uma crise de pânico novamente.

No centro dessas preocupações, é comum o medo da morte, da insanidade ou do desequilíbrio emocional. A situação é sempre percebida como uma ameaça à vida, algo catastrófico que está acontecendo ou prestes a acontecer.

Com o tempo, a crise de pânico tende a se repetir em variações variáveis.

No entanto, uma primeira crise de pânico é muitas vezes vista como um ponto de virada na vida de quem está sofrendo, uma reviravolta trágica.

Causas da Crise de Pânico

O aparecimento da crise de pânico está relacionada a sensação de desamparo que dispara em nós a sensação de perigo e assim, pode ocorrer crise de pânico.

No entanto, embora o desamparo seja uma condição inerente ao funcionamento psíquico, isso não significa que as pessoas estejam sempre numa situação confortável com ela.

O desamparo primário é inerente à constituição do sujeito, enquanto o desamparo secundário decorre das situações da vida da pessoa.

Enquanto o primeiro é uma característica universal da condição humana, o segundo é mais circunstancial e pode ser exacerbado em um contexto instável e inseguro.

Podemos dizer que a crise de pânico ocorre quando uma pessoa se depara, de forma inesperada, com a sensação de falta.

Assim, o desamparo se impõe subitamente, deixando a pessoa em uma situação de falta de garantias tão intensa que ela entra em crise de pânico.

Níveis elevados de angústia podem surgir e, quando essa angústia se torna incontrolável e invade o ego, a pessoa é invadida por uma sensação tão grande de angústia, sentindo-se sozinha, sem recursos e sem proteção.

É nesse contexto que pode surgir uma crise de pânico, que pode ser vista como uma expressão de desamparo atual.

Assim, os seres humanos se esforçam para alcançar a felicidade e desejam mantê-la.

Além disso, as pessoas procuram evitar o sofrimento e o desprazer.

No entanto, a dinâmica da mente humana, que equilibra o desejo de prazer com a necessidade de lidar com a realidade, torna essa busca (por felicidade e a prevenção do desprazer e sofrimento) bastante complexa.

Nossas chances de felicidade são sempre limitadas por nossa própria constituição. A infelicidade, por outro lado, é muito mais fácil de experimentar.

A sensação de desamparo, que surge da nossa incompletude inerente, nos persegue ao longo da vida.

Em alguns casos extremos, essa sensação de desamparo pode ser tão intensa que leva ao desenvolvimento de condições como uma crise de pânico.

Embora os sintomas da crise de pânico se manifestem fisicamente, as causas da crise de pânico não são necessariamente biológicas.

Na verdade, são fatores psicológicos, ambientais, sociais e culturais que desempenham um papel crucial no aumento dos níveis de angústia na vida de uma pessoa.

É essa angústia exacerbada que, por fim, pode levar à ocorrência de uma crise de pânico.

Embora condições de saúde pré-existentes, como problemas cardíacos, hipotireoidismo, asma, entre outras, possam desencadear uma crise de pânico, isso não significa que a origem da crise de pânico seja biológica.

Na verdade, é o aumento da angústia e da sensação de desamparo decorrentes dessas condições de saúde já condicionantes que podem levar a uma crise de pânico

Embora exista um histórico familiar de crise de Pânico ou outros transtornos de ansiedade, isso não significa que uma crise de pânico seja geneticamente herdada.

Em vez disso, é possível que você tenha aprendido a reagir a uma crise de pânico ao enfrentar níveis debilitantes de angústia e desamparo, como uma forma de identificação.

Portanto, uma crise de pânico não é uma condição genética, mas sim uma resposta a situações de angústia e desamparo.

Pessoas que consomem álcool ou outras drogas podem experimentar crise de pânico, assim como aquelas que passaram por experiências de luto, violência ou outras situações traumáticas.

No entanto, é importante lembrar que essas são apenas algumas das possíveis situações que podem levar a uma crise de pânico, e cada pessoa tem uma experiência única.

É importante ressaltar que o tratamento para a Crise de Pânico é através da Terapia .

crise-de-pânico
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Diagnóstico da Crise de Pânico

O diagnóstico da Crise de Pânico é feito com base na avaliação clínica e também pode ocorrer a partir de testes psicológicos.

Processo de Diagnóstico da Crise de Pânico

O diagnóstico da crise de pânico começa com uma avaliação clínica minuciosa do paciente, que inclui um levantamento completo de seu histórico.

Essa avaliação da crise de pânico pode ser realizada por um psicólogo ou médico psiquiatra, que analisará os sintomas do paciente.

Isso inclui a frequência e a duração da crise de pânico, bem como a presença de outros sintomas relacionados à ansiedade.

Dá para diagnosticar Crise de Pânico a partir de Exames Laboratoriais?

Exames laboratoriais ou ressonância magnética e tomografia computadorizada podem ser usados para descartar outras condições médicas, mas não para diagnosticar crise de pânico.

O diagnóstico da Crise de Pânico pode ser complicado, no entanto, com uma avaliação clínica cuidadosa realizada por um psicólogo ou psiquiatra é possível diagnosticar e tratar eficazmente a Crise de Pânico com  Terapia .

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Tratamento para Crise de Pânico

A crise de pânico é uma condição que pode ser tratada com sucesso através da  Terapia .

Terapia  para Crise de Pânico

Tem cura síndrome do pânico?

O tratamento para a crise de pânico tem como objetivo amenizar o sofrimento e desvendar as raízes dos sintomas, auxiliando o paciente a compreender como seus medos e sintomas estão ligados às suas experiências de vida.

O psicólogo auxilia o paciente a identificar e analisar seus conflitos internos e mecanismos de defesa, permitindo que o paciente explore seus sentimentos e emoções mais profundos.

Para tratar uma crise de pânico o paciente é incentivado a expressar abertamente seus pensamentos e sentimentos, sem autocensura ou julgamento.

Isso proporciona aos pacientes um ambiente seguro para colocar suas emoções mais profundas, o que ajuda a elaborar traumas e conflitos emocionais subjacentes, trazendo a cura para a crise de pânico.

O tratamento da crise de pânico pode ser um processo de longo prazo, mas pode ser extremamente benéfico para pessoas que sofrem com uma crise de pânico, pois ajuda a identificar as raízes emocionais dos sintomas e a elaborar seus conflitos e medos.

Em suma, a terapia ajuda os pacientes a entender as origens de seus medos e sintomas, e isso pode melhorar significativamente a qualidade de vida dessas pessoas.

No entanto, é importante lembrar que cada paciente é único e o tratamento deve ser personalizado para atender às necessidades específicas de cada um.

Tomar Medicamentos resolve Crise de Pânico?

Não, um medicamento por si só não é suficiente para tratar uma crise de pânico.

Embora a medicação possa ser prescrita por um psiquiatra para pacientes muito debilitados, ela deve ser usada em conjunto com a terapia.

A terapia é o tratamento principal para crise de pânico.

Um medicamento pode ajudar pacientes que estão muito debilitados a lidar melhor com sua situação, mas não trata uma crise de pânico por si só.

É necessário fazer terapia para ver progresso no tratamento.

A terapia é um componente crucial no tratamento da crise de pânico, pois os medicamentos podem levar algum tempo para começar a surtir efeito.

Embora esses medicamentos possam ser úteis para ajudar os pacientes que estão passando por uma crise de pânico grave, eles não são recomendados para uso prolongado devido ao risco de dependência e outros fatores associados.

Crise de Pânico

Tem cura síndrome do pânico?

Uma crise de pânico pode ser uma situação debilitante que pode afetar a qualidade de vida de uma pessoa. 

Frequentemente, as pessoas se sentem angustiadas, temendo ser surpreendidas por uma nova  crise de pânico, diante do que se sentem impotentes.

A preocupação com uma possível nova crise de  pânico muitas vezes se torna uma constante na vida dessas pessoas, que acabam adotando medidas preventivas e evitando situações nas quais não conseguirão obter ajuda ou escapar.

A prevenção de certas situações pode, em muitos casos, prejudicar a capacidade das pessoas de realizar atividades cotidianas, afetando significativamente sua qualidade de vida.

Quando não conseguem evitar essas situações, eles enfrentam grande sofrimento ou preocupação com a possibilidade de ter uma crise de pânico.

Além disso, muitas dessas pessoas também experimentam intensos sentimentos de ansiedade, seja ela focada ou difusa; outros demonstram preocupação excessiva com o resultado de atividades rotineiras, especialmente aquelas relacionadas à saúde ou à separação de entes queridos.

Devido a essa preocupação excessiva com uma nova crise de pânico, é comum o surgimento da agorafobia, um sintoma típico, embora nem sempre presente.

O que fazer durante uma crise de Pânico?

Se você já está em terapia e está passando por uma crise de pânico, é crucial que você possa contar com sua rede de apoio. Se você estiver com essas pessoas no mesmo local, explique a elas o que está sentindo.

Apenas o ato de expressar suas sensações pode proporcionar algum rompimento, e estar na presença de alguém pode fazer você se sentir mais seguro.

Em situações em que você estiver sozinho, você pode ligar para alguém ou pedir ajuda a uma pessoa próxima, explicando o que está sentindo.

É importante que você se sinta seguro até que os sintomas diminuam.

Alguns pacientes relatam que, na iminência de um ataque, ouvem música para relaxar, enquanto outros começam a fazer exercícios de respiração.

Não existe uma regra única. O importante durante uma crise é que você se sinta seguro para esperar os sintomas passarem.

Em casos muito graves de crise de pânico, você pode procurar um pronto-socorro.

Suporte e Recursos para Crise de Pânico

  • Terapia individual 
  • Em casos graves Medicamentos prescritos por psiquiatra com acompanhamento da terapia

Prevenção de Crise de Pânico

Não existe uma fórmula ou regra que possa garantir que uma pessoa não terá uma crise de pânico.

Perguntas Frequentes sobre Crise de Pânico

Quais são os sintomas de uma crise de pânico?

Os sintomas de uma crise de pânico podem incluir palpitações, sudorese, tremores, falta de ar, tontura, náusea e sensação de perda de controle.

Esses sintomas podem durar alguns minutos.

O que fazer durante uma crise de pânico?

Durante uma crise, é essencial ter uma rede de apoio e expressar seus sentimentos para aliviar a tensão.

Se você estiver sozinho, ligar para alguém ou pedir ajuda pode ser útil.

Ouvir música ou exercícios de respiração são algumas estratégias que as pessoas usam para se sentirem menos tensas.

O mais importante é se sentir seguro até que os sintomas diminuam.

Qual a diferença entre crise de pânico e ansiedade?

Embora a crise de pânico e ansiedade possam ter sintomas semelhantes, eles são condições diferentes.

A ansiedade é uma resposta normal do corpo ao estresse, enquanto a crise de pânico é um episódio súbito e intenso de medo ou desconforto que pode durar vários minutos.

Crise de pânico tem cura?

Sim! A crise de pânico pode ser tratada com sucesso com terapia 

3 Livros para lidar melhor com a Crise de Pânico

É crucial discutir sobre saúde mental. A repressão e o tabu sobre a crise de pânico podem intensificar o problema.

Com isso em mente, compilei uma seleção de livros que podem oferecer uma compreensão mais profunda da crise de pânico e, possivelmente, te ajudar.

Livro 1 para lidar melhor com a Crise de Pânico: Talvez você deva conversar com alguém.

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Esse livro irá te ajudar a entender melhor as angústias, medos, culpa e outros sentimentos que nos causam desconforto e dor. É uma jornada da autora Lori Gottlieb, nos mostra que a resposta a essa pergunta pode trazer descobertas inesperadas.

Talvez Você Devesse Conversar com Alguém ” é uma escolha que você não vai se arrepender.

Livro 2 para lidar melhor com a Crise de Pânico: Sim, a psicanálise cura

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Sim, a Psicanálise Cura ” é uma leitura revelada para qualquer pessoa interessada em entender os processos humanos e a cura através da psicanálise.

Este livro demonstra o poder da psicanálise em promover mudanças reais e transformadoras. Ele desmistifica a psicanálise, tornando-a acessível e compreensível para todos, independentemente de sua familiaridade com o campo.

Portanto, se você está pronto para embarcar em uma jornada de autodescoberta e cura, “ Sim, a Psicanálise Cura ” é um investimento que vale a pena.

Livro 3 para lidar melhor com a Crise de Pânico: Sociedade do cansaço

crise-de-pânico
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O livro ” Sociedade do cansaço ” do filósofo sul-coreano Byung-Chul Han é uma leitura essencial para quem deseja entender o porque de tanto adoecimento psíquico.

No livro, o autor argumenta que a sociedade disciplinar, caracterizada pelo controle externo, foi substituída por uma nova forma de organização social, a sociedade do desempenho.

Na sociedade do desempenho, as pessoas são pressionadas a serem sempre mais produtivas e eficientes. Essa pressão leva ao aumento do estresse, da ansiedade, do esgotamento e da crise de pânico.

É um livro desafiador, mas também que pode nos ajudar a compreender melhor o mundo em que vivemos. Vale muito a pena a leitura do livro Sociedade do Cansaço

Como curar a Crise de Pânico?

A terapia é uma ferramenta poderosa e essencial para aqueles que estão enfrentando o grande sofrimento que é a crise de pânico.

Imagine-se em um barco no meio de um oceano tempestuoso, onde as ondas de medo e ansiedade ameaçam te derrubar a qualquer momento.

A terapia é como um farol, guiando você para a segurança através da escuridão.

A crise de pânico são tempestades de emoções intensas que surgem sem aviso, deixando uma sensação de medo e desconforto que pode ser extremamente angustiante.

Mas não se desespere, a terapia está aqui para ajudar. Através da psicoterapia, você pode aprender a navegar por essas águas turbulentas, enfrentando seus medos e ansiedades de frente.

Além disso, a terapia não se limita apenas a conversas. Ela também envolve técnicas que irão te auxiliar e proporcionar melhora e cura do seu caso.

Portanto, se você está passando por crise de pânico, lembre-se: você não está sozinha.

A terapia está aqui para te guiar através da tempestade e te ajudar a retomar suas atividades cotidianas. Não hesite em buscar ajuda.

Sua saúde mental é importante e cuidar dela é um ato de amor próprio.

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Conte comigo! Abraços da Psicóloga Lorena Sá

Referências:

COSTA, Veridiana Alves de Sousa Ferreira; QUEIROZ, Edilene Freire de. Transtorno de pânico: uma manifestação clínica do desamparo. Psicol. ciência. prof., v. 31, n. 3, 2011.

CARLONI, Paola. O olhar psicanalítico para o Transtorno de Pânico: um estudo de caso. Analytica, São João del Rei, v. 8 de junho. 2016.

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Psicólogo Lucas Souza

“O fato central de minha vida foi a existência das palavras e a possibilidade de tecê-las em poesia.”

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