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Resenha do Livro Olhos d’água Conceição Evaristo

O livro Olhos d’Água, Conceição Evaristo é vencedor do prêmio Jabuti, na categoria contos, em 2015, O escrito nos mostra as muitas formas de estar no mundo com profunda sensibilidade, explorando temas como pobreza, violência urbana, maternidade, sexualidade e a luta pela sobrevivência em uma sociedade marcada pelas exclusões.

Prepare-se para se emocionar com histórias de mulheres fortes, que tecem seus destinos com “fios de ferro” em meio às adversidades. Olhos D’água é mais do que uma simples coletânea de contos, é um convite para uma jornada emocional e reflexiva através das experiências e emoções que unem a todos nós como seres humanos.

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Resumo de Olhos D’água Conceição Evaristo

Em Olhos d’Água, Conceição Evaristo te convida a mergulhar em um universo literário visceral e pungente, onde a vida pulsa em meio às contradições da sociedade brasileira. As lentes da autora, munidas de sensibilidade e perspicácia, capturam a realidade da população afro-brasileira, desnudando as feridas da pobreza, da violência e da exclusão.

Neste livro você encontra:

  • Mulheres fortes: mães, filhas, avós, amantes… todas lutam contra a adversidade com a força inabalável de quem tece a vida “com fios de ferro”.
  • Vínculos e dilemas: relações familiares, sociais, sexuais e existenciais são exploradas com profundidade e nuance, revelando a complexa teia que molda a experiência humana.
  • A voz da comunidade: a narrativa de Conceição Evaristo transcende o individual, ecoando as dores e alegrias de milhões de brasileiros marginalizados.

Uma escrita que emociona e transforma:

  • Poesia e ficção: a autora entrelaça esses elementos de forma magistral, criando uma experiência literária rica em texturas e significados.
  • Sensibilidade e força: a narrativa é permeada por uma profunda empatia pelas personagens, sem cair no sentimentalismo fácil.
  • Um convite à reflexão: “Olhos d’Água” não oferece respostas prontas, mas incita o leitor a questionar o mundo ao seu redor e a buscar a transformação social.

Mergulhe em Olhos d’Água e deixe-se levar por uma leitura inesquecível que te fará sangrar, sorrir e, acima de tudo, refletir sobre o que significa ser humano.

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Olhos D’água Resumo por capítulos

Olhos D’Água de Conceição Evaristo, é uma obra que nos convida a mergulhar nas profundezas da experiência da mulher negra. Cada capítulo deste livro é uma janela para um mundo que, embora marcado por adversidades e desafios, é repleto de resistência e luta.

Através das histórias de Ana Davenga, Maria, Duzu-Querença, Natalina, Salinda, Luamanda, Cida, Zaíta, Maíta, Lumbiá, Ardoca, e muitos outros, somos levados a uma jornada que explora temas como pobreza, baixa escolaridade, subempregos e violações de direitos humanos. Cada personagem traz consigo uma história de dor, mas também de resistência.

Este livro é um convite para refletir sobre as muitas formas que a mulher negra tem de estar no mundo, e sobre como, apesar de viver em uma sociedade excludente, ela persiste e insiste em dizer o que muitos não querem ouvir. A palavra que é dita reivindica o corpo presente, e neste ato de fala, a ação se faz presente.

Cada capítulo de Olhos D’Água é um convite para conhecer um pouco mais sobre dessas mulheres. Te instigo a não apenas ler, mas sentir, compreender e, acima de tudo, descobrir o mundo através dos olhos d’água de Conceição Evaristo.

Conto 1: Olhos D’água

Olhos D’água é um conto que descreve a angústia que uma mulher tem, em um momento de introspecção, quando se vê perturbada por não conseguir lembrar a cor dos olhos de sua mãe. Embora ela se lembre de muitos detalhes físicos e experiências compartilhadas, a cor dos olhos de sua mãe escapa à sua memória.

Ao reencontrar sua mãe, a mulher percebe que a verdadeira cor dos olhos de sua mãe não é algo físico, mas simbólico. Os olhos de sua mãe refletem uma metáfora para a profundidade e complexidade da maternidade. Essa revelação muda a maneira como a mulher vê não apenas sua mãe, mas também a si mesma e sua própria filha.

O conto destaca a conexão materna e a transmissão de experiências de geração em geração, ressaltando a beleza e a profundidade dos laços familiares quando esses são saudáveis.

Conto 2: Ana Davenga

O conto Ana Davenga desdobra a vida de Ana, a companheira de Davenga, um líder respeitado em sua comunidade. Inicialmente vista com desconfiança pelos aliados de Davenga, Ana conquista seu espaço e afeto no barraco que serve como um quartel-general.

A narrativa mergulha profundamente nos pensamentos e memórias de Ana, revelando sua trajetória desde o momento em que ela conheceu Davenga. Ela lida com a ausência dele, uma presença constante que permeia a história. O final é marcado por uma tragédia, pontuada por momentos de felicidade e a presença constante da violência. A imagem final de uma rosa, um presente de Davenga para Ana, contrasta com a tragédia que se desenrola, simbolizando a beleza frágil da vida em meio ao caos.

A narrativa explora temas como amorlealdadedorviolência e o ciclo de vida na favela, pintando um retrato sombrio e realista dessa realidade. A história de Ana Davenga é uma janela para a vida na favela, uma realidade muitas vezes esquecida, mas que é cheia de humanidade e complexidade.

Conto 3: Duzu – Querença

O conto narra a vida de Duzu, uma mulher que desde a infância foi privada de escolhas. Abandonada pelos pais, foi deixada para morar com uma senhora que abrigava meninas. Duzu foi forçada a entrar na prostituição ainda muito criança. Sua vida foi marcada por abusos, estupros e violência.

Duzu teve nove filhos e continuou se prostituindo, pois era a única forma de vida que conhecia. Ela aceitou sua vida de sofrimento, nunca esperando respeito ou amor. Nos últimos anos de sua vida, Duzu viveu de delírios, usando a imaginação como uma forma de escapar da dura realidade.

Esse conto fala de abandono e de como as consequências desse abandono fazem com que Duzu, uma criança sem pais, sem voz, sem oportunidades e sem lugar, sem proteção do estado, acabe sozinha em situação de rua.

Conto 4: Maria

O conto retrata Maria, uma mulher pobre e sobrecarregada que ama os filhos e que trabalha muito para oferecer um pouco de dignidade. No trajeto que ela faz todos os dias de volta para a casa, encontra o pai de seu filho mais velho durante um assalto no ônibus.

Após o assalto, ela é acusada injustamente de conluio pelos outros passageiros e sofre violência. O conto destaca as injustiças sociais, o racismo, barbárie e a acusação trágica de Maria.

Conto 5: Natalina

O conto retrata a vida de Natalina, uma mulher negra e pobre que enfrenta diversas gravidezes indesejadas. Ela é submetida a diferentes formas de violência e objetificação de seu corpo, sendo vista apenas como um receptáculo para procriação, em um reflexo do legado histórico da escravidão no país.

A história de Natalina destaca a desumanização de seu corpo negro, mascarada pela estrutura familiar patriarcal em uma sociedade machista. O conto ilustra como o corpo da mulher muitas vezes é reduzido a um instrumento de reprodução, sem considerar seu próprio desejo ou vontade, reforçando sua invisibilidade e falta de autonomia.

Conto 6: Salinda

O conto narra a história de Salinda, uma mãe que enfrenta violência doméstica por parte de seu marido. Ela vive com medo das ameaças e perseguições constantes, sofrendo diversos tipos de abuso, incluindo psicológico, moral e patrimonial. Apesar de se sentir atraída por outra pessoa e experimentar um amor mais íntimo e silencioso, Salinda não pode expressar abertamente seus sentimentos devido às circunstâncias em que se encontra.

Essa narrativa aborda questões como o poder exercido pelo homem sobre a mulher, o machismo, o patriarcado e a submissão feminina. Também ressalta o medo que muitas vezes nos impede de buscar uma vida melhor, mas nos lembra que quando superamos esse medo, a esperança e a possibilidade de uma vida nova surge.

Conto 7: Luamanda

Este conto é uma jornada introspectiva da personagem Luamanda, que reflete sobre suas experiências amorosas ao longo de cinco décadas. Desde a infância até a idade adulta, Luamanda relembra momentos marcantes, como sua primeira paixão na infância, onde sentimentos confusos e conflitantes se entrelaçavam com experiências cotidianas, como ler revistas em quadrinhos, compartilhar comida com amigos e enfrentar as punições dos pais.

A história representa Luamanda em um longo processo de autoconhecimento e redescobertas, revelando uma discussão profunda sobre a autorrepresentação da mulher negra e sua sexualidade. O conto, portanto, não apenas explora a jornada amorosa de Luamanda, mas também aborda questões importantes de identidade e representação.

Conto 8: Cida

Este conto é uma exploração profunda da vida de Cida, uma mulher que está constantemente em movimento, vivendo em um ritmo acelerado. Ela não se permite desfrutar de momentos de descanso ou mesmo apreciar atividades que deveriam ser prazerosas, como correr, um de seus hobbies. Cida não possui um espaço de conforto, um lugar para chamar de seu.

O conto é, em essência, uma representação de como Cida percebe e internaliza sua posição em uma sociedade estruturada pelo racismo. Por causa disso, ela não se permite o luxo do descanso ou a oportunidade de apreciar as pequenas coisas da vida. A vida de Cida é retratada como uma corrida cheia de obstáculos, onde a linha de chegada não traz a recompensa esperada. É uma metáfora poderosa para a luta e a resistência em face das adversidades.

Conto 9: Zaíta

Este conto narra a história de Zaíta, uma menina que vive em uma família pobre em uma comunidade. A trama se desenrola em torno da busca de Zaíta por uma figurinha em forma de flor que desapareceu misteriosamente. Ela suspeita que sua irmã, Naíta, possa ter pego a figurinha. A história também lança luz sobre a dura realidade da vida em uma favela. A mãe das meninas luta diariamente para cuidar da família.

A metáfora central do conto é a figurinha em forma de flor. Ela simboliza a inocência e a beleza que persistem mesmo em meio à dura realidade da vida na favela. O conto destaca o extermínio das crianças negras nas comunidades, mostrando como a polícia atira sem se preocupar com a possibilidade de atingir crianças com balas perdidas. Além disso, a história denuncia a falta de assistência do estado e do sistema jurídico para as famílias que perdem suas “flores”, uma referência às crianças que são vítimas da violência. O conto é, portanto, uma crítica ao assassinato de crianças negras pelo estado.

Conto 10: Di

Este conto é sobre um jovem chamado Di Lixão que vive em situação de rua com condições precárias e enfrenta uma série de adversidades. Na história, ele se lembra de sua mãe, que já faleceu e das muitas violências que teve que passar desde a infância.

A história destaca a dura realidade da vida nas ruas e a luta diária pela sobrevivência. É um retrato poderoso da vida nas margens da sociedade e das escolhas difíceis que as pessoas nessas circunstâncias são forçadas a fazer.

Conto 11: Lumbiá

O conto narra a vida de Lumbiá, um garoto abandonado que se encontra em situação de rua, vendendo flores pelas calçadas. Ele é apresentado como uma criança carente, desamparada ao mesmo tempo, evidenciando a sua inocência.

A narrativa mostra a dura realidade enfrentada por crianças em situação de rua, abandonadas pela sociedade e negligenciadas pelo Estado. Trata-se de uma história que lança um olhar crítico sobre a discriminação que essas crianças sofrem, bem como sobre suas habilidades para encontrar meios de sobrevivência e manter a esperança viva. Contudo, o conto também serve como um cruel lembrete da vulnerabilidade e dos perigos constantes que essas crianças enfrentam em seu dia a dia.

Conto 12: Kimbá

O conto de Quimbá aborda a difícil jornada de ascensão para indivíduos que são negros, pobres e residem em áreas periféricas. A história revela claramente a questão do racismo estrutural, destacando a trajetória de vida de Quimbá e sua família.

Além disso, a narrativa aborda a questão da identidade sexual de Quimbá, revelando um conflito interno que ele enfrenta ao se envolver romanticamente com um casal de amigos brancos, Beth e Gustavo.

O conto explora temas de identidade, condição socioeconômica, relacionamentos e suicídio como uma forma de escapar das lutas internas e da opressão externa. Destaca personagens negros marginalizados pela pobreza e enfrentando o racismo estrutural, além de abordar a questão do suicídio como uma resposta desesperada à opressão e à falta de esperança em encontrar uma vida melhor.

Conto 13: Ardoca

O conto narra a história de Ardoca, cuja vida é profundamente ligada à experiência de viajar de trem. O trem, com seu barulho incessante e caótico, funciona como uma metáfora para a vida tumultuada e difícil de Ardoca.

O texto explora a sensação de deslocamento e falta de pertencimento de Ardoca, destacando como ele se sentia privado de seus próprios desejos e até mesmo de tomar decisões, como evidenciado quando ele é assaltado no momento em que tenta fazer uma escolha final. Isso o priva até mesmo do direito de morrer no lugar que tanto simbolizava sua existência.

Portanto, o trem neste conto é uma metáfora vívida da vida de Ardoca – uma existência marcada por dificuldades, caos e solidão.

Conto 14: A gente combinamos de não morrer

O conto retrata o cotidiano de uma favela, destacando a violência enfrentada pelos moradores da periferia, com foco em três personagens: Dorvi, Bica e Dona Esterlinda. A narrativa é construída através da alternância de vozes desses personagens, revelando diferentes perspectivas sobre a história de Dorvi, que, apesar de um pacto de sobrevivência, acaba sendo vítima da violência.

A metáfora presente no conto exemplifica a luta dos negros pelo direito à vida e pela sobrevivência. Ela ressalta a resistência e a força coletiva do povo negro, que enfrentou inúmeras formas de opressão ao longo da história, desde a escravidão até os atuais desafios sociais.

Conto 15: Ayoluwa

O conto retrata uma comunidade passando por tempos difíceis, onde a escassez de recursos, a perda de membros mais velhos e a desesperança entre os jovens são evidentes. No entanto, um raio de esperança surge quando Bamidele, cujo nome significa “a esperança”, anuncia sua gravidez.

A essência do conto reside na esperança que se renova, trazendo consigo a promessa de alegria para a comunidade em meio à crise. A fertilidade de Bamidele simboliza o ciclo da vida e ressalta a força da comunidade negra. Essa história aborda temas de representatividade, ancestralidade e a força para resistir em meio ao racismo.

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Perguntas mais Frequentes sobre o Livro Olhos D’água

O que se trata o livro Olhos d’água?

Olhos d’Água, vencedor do Prêmio Jabuti em 2015, é uma obra de Conceição Evaristo que mergulha na vida da população afro-brasileira, explorando nuances através de uma narrativa poética e visceral, revelando sensibilidade sobre diversas formas de existência através de 15 contos.

Quais os temas abordados no livro Olhos d’água?

Olhos d’Água aborda temas como abandono, ancestralidade, maternidade, violência, relacionamentos, racismo, desigualdades sociais, preconceito, trabalho precário, pessoas em situação de rua e negligência do Estado frente à população negra.

Quais são os personagens apresentados no conto olhos d’água?

Os personagens apresentados no conto “Olhos d’Água” incluem Ayoluwa, Dorvi, Bica, Dona Esterlinda, Ardoca, Kimbá, Di, Lumbiá, Zaíta, Cida, Luamanda, Salinda, Natalina, Maria, Duzu e Ana Davenga.

Vale a pena ler Olhos D’água de Conceição Evaristo?

Olhos d’Água, de Conceição Evaristo, é uma leitura que transporta o leitor para outras realidades, fazendo-o mergulhar nas histórias dos personagens com uma escrita sensível e real.

A cada conto, somos levados a sentir as dores e a vida dos protagonistas com intensidade, questionando as desigualdades e violências presentes na sociedade. Ler Evaristo é uma honra, pois nos permite refletir e se conectar emocionalmente com suas narrativas impactantes.

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Chegamos ao final do Livro Olhos D’água de Conceição Evaristo

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Psicóloga Lorena SáPsicóloga

Lorena Sá, psicóloga clínica e fundadora do site tríplicepsicanalitico.com, destaca-se por sua atuação na área da psicologia, oferecendo informações e suporte por meio de seu trabalho clínico e plataforma online.

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