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Autoestima

O que é autoestima?

O que fortalece a autoestima?

A autoestima é um pilar fundamental para a nossa saúde mental.

Desde a infância, somos bombardeados com mensagens de pessoas significativas em nossas vidas que moldam a nossa identidade e a imagem que temos de nós mesmos.

Essas mensagens, sejam elas negativas ou positivas, têm um impacto duradouro na construção da nossa subjetividade e, consequentemente, na percepção que temos de quem somos.

Como a autoestima é construída?

A construção da autoestima é um processo que começa na infância. É nessa fase que a criança começa a formar uma noção distinta de si mesma.

A construção dessa noção acontece através do reflexo que o outro nos proporciona. Mesmo uma criança cega forma sua autoestima através das palavras e ações das pessoas ao seu redor.

Portanto, o “eu” nasce através do outro, influenciando diretamente a nossa autoestima.

Não é exatamente a imagem que o outro tem de nós, mas sim as percepções que esse outro projeta em nós a partir de uma cadeia emocional e uma série de fatores.

Através do outro, começamos a formar correspondências entre quem somos, nossa aparência, nosso estilo e aquilo que é nomeado e as associações que fazemos em nós, moldando assim a nossa autoestima.

A criança começa a associar sua aparência às qualidades que lhe são atribuídas, formando a base da sua autoestima.

Ela ouve comentários sobre seu nariz, se é bonito ou feio, se é alto ou baixo, se é jovem ou velho. Essas qualidades são formadas através da opinião das pessoas.

A criança vê uma variedade de narizes de atrizes ou atores, que moldam a opinião pública e ditam os ideais de perfeição de uma imagem. Com base nisso, ela conclui se o seu próprio nariz é bonito ou feio.

Da mesma forma, a criança vai sendo definida pelos pais, familiares e por pessoas que a rodeiam e convivem com ela.

“Olha só como ele é teimoso, igual à tia Selma”, ou “Ele tem o mesmo olhar da vovó”, ou “A testa dele é igualzinha à do tio Marcio”.

Assim, a criança vai se tornando uma colcha de retalhos de características herdadas de diferentes pessoas.

Essa colcha de retalhos que nos constitui é o único modo que as pessoas têm de nos descrever. É sempre uma construção feita de pedaços dos outros que vamos juntando para construir nosso “eu”.

No início da vida, os outros constroem para nós essa imagem e consequentemente nossa autoestima.

Este processo causa um estranhamento, uma alienação. Nunca temos muita certeza de quem somos.

Por exemplo, em termos de imagem, você se olha todos os dias no espelho para se assegurar de quem você é.

No entanto, essa imagem é arbitrária, alguém decidiu por você. E isso também reflete na nossa autoestima.

A Importância da Autoestima

Autoestima: o que é e como elevar a sua?

Autoestima é a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma. Ela pode ser definida como a medida em que uma pessoa se valoriza e se sente capaz de enfrentar desafios.

A autoestima é importante em muitos aspectos da vida, incluindo a saúde mental e física, a felicidade e a realização pessoal.

Quando uma pessoa tem uma autoestima saudável, ela se sente confiante em suas habilidades e é capaz de enfrentar os desafios da vida de forma mais eficaz.

Ela também é mais resistente ao estresse e à ansiedade, o que pode levar a uma melhor saúde mental e física.

Por outro lado, quando uma pessoa tem uma autoestima baixa, ela pode se sentir insegura e incapaz de enfrentar desafios.

Isso pode levar a problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade, e também pode afetar a saúde física.

A terapia pode ser uma ferramenta eficaz para ajudar as pessoas a melhorar sua autoestima. Um terapeuta pode ajudar a pessoa a identificar suas crenças negativas sobre si mesma e a desenvolver uma perspectiva mais positiva.

A terapia também pode ajudar a pessoa a aprender habilidades de enfrentamento e a desenvolver autoconfiança.

Em resumo, a autoestima é um aspecto importante da vida que pode afetar a saúde mental e física, a felicidade e a realização pessoal.

A terapia pode ser uma ferramenta eficaz para ajudar as pessoas a melhorar sua autoestima e a enfrentar os desafios da vida de forma mais eficaz.

A cultura molda a nossa autoestima?

A cultura, o capital e a indústria são os principais determinantes dos padrões de beleza socialmente aceitos.

Esses padrões influenciam as pessoas a buscar excessivamente a conformidade com o modelo corporal idealizado.

Assim, a percepção de características físicas, como celulite ou acne, também é arbitrária.

Não nascemos sentindo-nos de uma determinada maneira, mas começamos a nos sentir assim quando percebemos essas características em nós mesmos.

Isso gera uma dúvida eterna sobre nossa aparência e que reflete na nossa autoestima.

Imagine se alguém te proibisse de olhar no espelho durante três ou quatro meses. A imagem que você tem de si mesma começaria a ficar difusa. Você teria dificuldade em lembrar sua aparência.

Esse trabalho cotidiano de se ver no espelho é uma maneira de assegurar e reafirmar sua autoimagem e assim a sua autoestima.

O mesmo acontece com o seu comportamento. Alguém pode comentar: “Você está bem-humorada hoje” ou “Nossa, como você está chata”.

Esses comentários constantemente atualizam a ideia que temos de nós mesmos, que é sempre insegura.

Passamos grande parte do nosso tempo tentando entender e definir quem realmente somos e isso também impacta na sua autoestima.

Autoestima e Amor próprio

A importância dos papéis materno e paterno na vida de uma criança é inquestionável, pois são fundamentais para o desenvolvimento infantil, incluindo a formação do amor próprio e da autoestima.

De maneira simplificada, a criança, ainda em formação, cresce e se desenvolve baseada nas projeções daqueles que a criam.

Nesse contexto, a criança se posiciona de forma a corresponder ao que é sintomático na estrutura familiar.

Se o ambiente em que cresceu foi marcado por violência ou falta de afeto, resultando em um estado de insegurança e medo, isso será associado a sua forma de se amar e de receber amor.

Portanto, a maneira como a criança se vê está diretamente relacionada às situações que vivenciou. Trata-se, na verdade, de uma identificação com as projeções que foram impostas sobre ela.

Essa dinâmica mostra o quão crucial é o papel daqueles que exercem a função de criar uma criança, pois todo esse processo constrói a sua autoestima e a sua forma de se amar e de receber amor.

É um lembrete de que cada palavra dita e cada ação realizada teve um impacto significativo na sua história.

Como melhorar a autoestima?

Atitudes para aumentar a autoestima e ser mais feliz

Construir uma melhor relação consigo mesmo é um processo, um caminho que pode não ser fácil, mas é extremamente gratificante.

A terapia pode oferecer o suporte, acolhimento e técnicas necessárias para você questionar sua posição diante da vida, refletir sobre sentimentos de culpa, entender por que há a necessidade de comparação com os outros, aprender a se perdoar e a se colocar como prioridade na sua vida.

A terapia permite que você elabore questões que ocorreram em sua vida, fortalecendo seu amor próprio e autoestima.

É um espaço seguro para explorar suas emoções e experiências, guiado por uma profissional capacitada.

Se você está pronta para embarcar nessa jornada de autodescoberta e crescimento pessoal, não hesite em procurar ajuda.

Terapia e Autoestima – qual sua relação com a saúde mental?

Como a Terapia Pode Ajudar

A terapia é um recurso valioso para quem busca melhorar sua autoestima.

Através do diálogo com um profissional capacitado, é possível identificar as causas dos problemas de autoestima e trabalhar para superá-los.

Durante as sessões, o terapeuta ajuda o paciente a desenvolver uma visão mais positiva de si mesmo, a identificar seus pontos fortes e a lidar de forma saudável com suas limitações.

Além disso, a terapia pode ajudar a pessoa a reconhecer e modificar padrões de pensamento negativos que afetam sua autoestima.

Benefícios da Terapia para Autoestima

A terapia pode trazer diversos benefícios para a autoestima, como:

  • Aumento da autoconfiança
  • Desenvolvimento de uma visão mais positiva de si mesmo
  • Melhora da capacidade de lidar com críticas e rejeições
  • Redução da ansiedade e da depressão
  • Melhora da qualidade de vida

Ao trabalhar a autoestima através da terapia, a pessoa pode se tornar mais segura e confiante em si mesma, o que pode refletir positivamente em todas as áreas da vida.

9 Atitudes para Aumentar a Autoestima, Autoconfiança e Saúde Mental

A autoestima é uma parte importante da saúde mental. Quando uma pessoa tem autoestima alta, ela se sente confiante e capaz de lidar com os desafios da vida.

Por outro lado, quando a autoestima é baixa, a pessoa pode se sentir insegura e ter dificuldade em lidar com situações difíceis.

Existem várias atitudes que podem ajudar a aumentar a autoestima e a autoconfiança. Neste artigo, serão apresentadas 10 atitudes que podem ser adotadas para melhorar a autoestima e a saúde mental.

Essas atitudes incluem coisas simples, como cuidar da aparência pessoal, praticar atividades físicas e alimentar-se de forma saudável, bem como outras atitudes mais complexas, como aprender a lidar com as emoções, estabelecer metas realistas e fazer Terapia.

Entendendo a Autoestima e a Autoconfiança

A autoestima e a autoconfiança são fundamentais para a saúde mental de uma pessoa.

A autoestima é a avaliação que uma pessoa faz de si mesma, enquanto a autoconfiança é a crença que ela tem em suas próprias habilidades e capacidades.

Uma pessoa com alta autoestima e autoconfiança tende a ter uma visão positiva de si mesma e de suas habilidades, o que pode levar a uma vida mais feliz e satisfatória.

Por outro lado, uma pessoa com baixa autoestima e autoconfiança pode ter dificuldades em lidar com situações desafiadoras e pode se sentir desencorajada e insegura.

É importante notar que a autoestima e a autoconfiança não são características fixas de uma pessoa.

Elas podem ser desenvolvidas e trabalhadas ao longo do tempo.

Há uma série de atitudes que uma pessoa pode adotar para aumentar sua autoestima e autoconfiança, e essas atitudes serão exploradas nas seções seguintes.

Identificando Baixa Autoestima

Baixa autoestima é um problema comum que afeta muitas pessoas.

Ela pode se manifestar de várias maneiras, incluindo sentimentos de inadequação, insegurança, falta de confiança e auto-crítica constante.

Pessoas com baixa autoestima tendem a se concentrar em suas falhas e fraquezas, em vez de suas habilidades e pontos fortes.

Existem várias causas potenciais para a baixa autoestima, incluindo experiências traumáticas, abuso, bullying, problemas de saúde mental e dificuldades na vida pessoal ou profissional.

Identificar os sintomas da baixa autoestima é o primeiro passo para superá-la.

Algumas das maneiras pelas quais a baixa autoestima pode se manifestar incluem:

  • Sentir-se inseguro ou inadequado em relação às suas habilidades ou realizações
  • Ser excessivamente crítico consigo mesmo
  • Evitar desafios ou oportunidades de crescimento
  • Sentir-se desvalorizado ou não amado
  • Comparar-se constantemente com os outros
  • Ter dificuldade em aceitar elogios ou reconhecimento

Se você se identifica com alguns desses sintomas, pode ser útil buscar ajuda para superar a baixa autoestima.

Existem muitas estratégias e recursos disponíveis para ajudar as pessoas a melhorar sua autoestima e autoconfiança.

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Atitude 1: Pratique o Autocuidado

Cuidar de si mesma é fundamental para aumentar a autoestima, ter autoconfiança e melhorar a saúde mental.

Praticar o autocuidado envolve adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada, atividade física regular que você goste e que faça sentido para você, sono adequado e momentos de lazer.

Além disso, é importante cuidar da aparência física e da higiene pessoal. Tomar banho diariamente, usar roupas limpas e pentear os cabelos são pequenas atitudes que ajudam a elevar a autoestima.

Outra forma de praticar o autocuidado é reservar um tempo para si mesma todos os dias. Isso pode incluir meditação, leitura, ouvir música ou qualquer outra atividade que proporcione relaxamento e bem-estar.

Ao priorizar o autocuidado, a pessoa está demonstrando amor próprio e valorizando-se. Essa atitude pode trazer benefícios para a saúde mental e emocional, além de melhorar a autoestima e a autoconfiança.

Atitude 2: Estabeleça Metas Realistas

Definir metas realistas é uma das atitudes mais importantes para aumentar a autoestima e ter autoconfiança e saúde mental.

Quando alguém estabelece metas realistas, é mais fácil alcançá-las e se sentir bem consigo mesmo.

Para definir metas realistas, é importante levar em conta a situação atual e as habilidades que a pessoa possui. É preciso avaliar o que é possível fazer e o que não é, para evitar frustrações e desânimos.

Além disso, é importante estabelecer metas específicas e mensuráveis, para que seja possível acompanhar o progresso.

Isso ajuda a manter a motivação e a autoconfiança, pois a pessoa pode ver que está avançando em direção ao objetivo.

Por fim, é importante lembrar que as metas devem ser desafiadoras, mas não impossíveis.

É preciso encontrar um equilíbrio entre a ambição e a realidade, para que a pessoa se sinta motivada e confiante, mas não desencorajada e frustrada.

Atitude 3: Cultive o Pensamento Positivo

Pensar positivo é uma atitude poderosa para aumentar a autoestima e a autoconfiança.

Quando uma pessoa cultiva pensamentos positivos, ela cria uma mentalidade mais saudável e fortalece a sua capacidade de lidar com os desafios da vida.

Uma das formas de cultivar o pensamento positivo é através da prática da gratidão.

Quando uma pessoa se concentra nas coisas boas que tem na vida, ela tende a se sentir mais feliz e satisfeita.

Outra forma de cultivar o pensamento positivo é através da visualização.

Quando uma pessoa visualiza situações positivas, ela cria uma imagem mental que pode ajudá-la a alcançar os seus objetivos.

Por exemplo, se uma pessoa deseja ter mais confiança em si mesma, ela pode visualizar uma cena em que se sente segura e confiante.

Por fim, é importante lembrar que cultivar o pensamento positivo não significa negar os problemas ou as dificuldades da vida.

Pelo contrário, significa encará-los de forma mais saudável e construtiva, buscando soluções e aprendizados em cada situação.

Atitude 4: Invista em Autoconhecimento

Investir em autoconhecimento pode ser uma das melhores atitudes para aumentar a autoestima e ter autoconfiança e saúde mental.

Quando uma pessoa se conhece melhor, ela tem mais clareza sobre suas habilidades, desafios e limitações, o que pode ajudá-la a tomar decisões mais conscientes e a lidar melhor com situações difíceis.

Existem várias maneiras de investir em autoconhecimento, como fazer terapia, meditar, praticar yoga, ler livros de autoajuda, fazer cursos e workshops, entre outros.

Cada pessoa pode encontrar uma abordagem que funcione melhor para ela, de acordo com sua personalidade, interesses e necessidades.

Além disso, investir em autoconhecimento pode ajudar a pessoa a desenvolver habilidades como a empatia, a autocompaixão e a resiliência, o que pode melhorar seus relacionamentos e sua qualidade de vida de maneira geral.

Atitude 5: Valorize Suas Conquistas

Uma das maneiras mais eficazes de aumentar a autoestima é valorizar as suas conquistas. Isso significa reconhecer e celebrar as suas realizações, por menores que sejam.

Muitas vezes, as pessoas se concentram apenas nas suas falhas e falhas, ignorando as suas realizações. Isso pode levar a uma baixa autoestima e falta de autoconfiança.

Portanto, é importante lembrar-se de que todo mundo tem suas realizações e que elas devem ser valorizadas.

Uma maneira de valorizar suas conquistas é manter um diário de gratidão ou um diário de realizações.

Nele, você pode anotar todas as coisas pelas quais é grato ou todas as suas realizações, grandes ou pequenas. Isso ajudará a lembrar-se das coisas positivas em sua vida e a aumentar a autoestima.

Outra maneira de valorizar suas conquistas é compartilhá-las com outras pessoas.

Não tenha medo de contar aos seus amigos e familiares sobre suas realizações. Eles ficarão felizes por você e isso ajudará a aumentar a sua autoestima.

Lembre-se de que valorizar suas conquistas não significa ser arrogante ou exibicionista. É simplesmente reconhecer e apreciar suas realizações e usar isso como uma fonte de confiança e motivação.

Atitude 6: Encare Seus Medos

Uma das maiores barreiras para a autoestima e a autoconfiança é o medo.

Muitas vezes, as pessoas se sentem inseguras e com baixa autoestima porque têm medo de fracassar, de serem rejeitadas ou de não serem boas o suficiente.

No entanto, é importante lembrar que o medo é uma emoção natural e que todos têm medo de algo.

Para aumentar a autoestima e a autoconfiança, é importante encarar os medos de frente. Isso significa enfrentar as situações que causam medo e ansiedade, em vez de evitá-las.

Quando as pessoas enfrentam seus medos, elas se sentem mais fortes e confiantes, o que aumenta a autoestima.

Encarar os medos pode ser assustador, mas existem algumas estratégias que podem ajudar. Por exemplo, é útil identificar o medo e tentar entender de onde ele vem.

É importante lembrar que o medo muitas vezes é baseado em pensamentos irracionais e que esses pensamentos podem ser desafiados.

Outra estratégia é a exposição gradual. Isso envolve enfrentar os medos de forma gradual, começando com situações menos assustadoras e aumentando gradualmente a dificuldade.

Isso ajuda as pessoas a construir confiança em suas habilidades e a enfrentar os medos de forma mais eficaz.

Em resumo, encarar os medos é uma atitude importante para aumentar a autoestima e a autoconfiança.

Embora possa ser assustador, existem estratégias que podem ajudar as pessoas a enfrentar seus medos de forma eficaz e construir confiança em si mesmas.

Atitude 7: Aceitar as mudanças

Aceitar as mudanças é a capacidade de lidar com situações adversas e superar obstáculos sem se perder.

Desenvolver a resiliência é fundamental para aumentar a autoestima e ter uma boa saúde mental. Algumas formas de desenvolver a resiliência incluem:

  • Aceitar as mudanças como parte da vida e aprender a se adaptar a elas;
  • Focar nas soluções em vez de se concentrar nos problemas;
  • Cultivar relacionamentos positivos e de apoio;
  • Praticar a autocompaixão e a autoperdão;
  • Buscar ajuda profissional, se necessário.

Ao desenvolver a resiliência, a pessoa se torna mais confiante em sua capacidade de lidar com as situações difíceis da vida. Isso ajuda a melhorar a autoestima e a ter uma atitude mais positiva em relação a si mesmo e ao mundo ao seu redor.

Atitude 8: Mantenha um Estilo de Vida Saudável Que Faça Sentido Para você

Manter um estilo de vida saudável é uma das atitudes mais importantes para aumentar a autoestima, ter autoconfiança e melhorar a saúde mental.

Isso inclui uma alimentação equilibrada e a prática regular de atividades físicas que você gosta e que fazem sentido para você.

Além disso, a prática regular de atividades físicas é essencial para manter a saúde mental e física.

Outras atividades físicas, como yoga e meditação, também podem ser benéficas para a saúde mental, pois ajudam a reduzir a ansiedade e a aumentar a sensação de bem-estar.

Por fim, é importante lembrar que manter um estilo de vida saudável não é apenas uma questão de estética, mas sim de saúde e bem-estar.

Fazer escolhas saudáveis ​​e cuidar do corpo e da mente é uma das atitudes mais importantes para aumentar a autoestima e ter autoconfiança.

Atitude 9: Busque Apoio Profissional

Quando se trata de saúde mental, muitas vezes é necessário buscar ajuda profissional para lidar com problemas mais complexos.

Não há vergonha em admitir que precisa de ajuda e procurar um profissional capacitado para ajudá-lo.

Nossa equipe pode ajudá-la a identificar as causas de seus problemas de autoestima e autoconfiança e fornecer ferramentas para lidar com eles.

Nós também podemos ajudá-la a desenvolver habilidades para lidar com o estresse e a ansiedade, e a construir relacionamentos mais saudáveis.

Tenho um presente para você que chegou até aqui

Entendemos que a autoestima é uma jornada, não um destino.

E, como em qualquer jornada, pode haver obstáculos no caminho. Mas acredite, esses obstáculos podem ser superados e você pode crescer e fortalecer a sua autoestima.

A importância de impor limites em para que você melhore a sua autoestima não pode ser subestimada. Limites saudáveis criam um senso de individualidade e respeito mútuo.

Eles permitem que você mantenha sua singularidade enquanto compartilha sua vida com outra pessoa. Impor limites significa expressar suas necessidades e desejos de uma maneira que respeite você e os outros.

Construir a autoestima requer trabalho, compromisso e, acima de tudo, autoconhecimento e terapia.

É importante lembrar que cada pessoa é única e tem suas próprias necessidades e desejos.

Portanto, aprender a comunicar essas necessidades de maneira eficaz é fundamental.

E aqui está a boa notícia: estamos aqui para ajudar você nessa jornada! Temos um ebook que pode ser um grande recurso para você.

E a melhor parte? Na compra do ebook, você receberá uma mentoria gratuita com nossos psicólogos especializados. Estamos prontos para orientá-la e apoiá-la em cada passo do caminho.

Lembre-se, você não está sozinha nessa jornada. Estamos aqui para ajudar você a construir a sua autoestima dos sonhos

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Lembre-se de que buscar ajuda não é um sinal de fraqueza, mas sim de força. Ao procurar ajuda profissional, você está tomando medidas para melhorar sua saúde mental e sua qualidade de vida.

Lembre-se, cuidar de si mesma não é um luxo, mas uma necessidade. E a terapia pode ser o primeiro passo nesse caminho de autocuidado, autoestima e amor próprio. Conte comigo!

Referencias:

Lacan, J. (1998a). Duas notas sobre a criança: opção Lacaniana, 21 (pp. 5-6). São Paulo: Eólia. (Original publicado em 1969).

Lacan, J. (1998b). O estádio do espelho como formador da função do eu. Em J. Lacan, Escritos (pp. 96-103). Rio de Janeiro: Jorge Zahar. (Original publicado em 1949).




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Psicóloga Lorena Sá

"O fato central de minha vida foi a existência das palavras e a possibilidade de tecê-las em poesia."

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